Laserterapia para mucosite oral no tratamento oncológico

Laserterapia com o objetivo de aliviar a dor e cuidar da boca durante a quimioterapia e a radioterapia.

Nesta página
  1. O que é a mucosite oral
  2. Sinais e sintomas
  3. Como é realizado o tratamento
  4. Cuidados em casa
  5. Para quem é
  6. Como funciona
  7. Perguntas frequentes

O que é a mucosite oral

A mucosite oral são lesões dolorosas que surgem nas mucosas da boca após as sessões de quimioterapia e radioterapia de cabeça e pescoço.

Por causar muita dor, dificulta a alimentação e hidratação hídrica.

A laserterapia promove maior conforto para passar por esse momento tão delicado.

Sinais e sintomas

Dentro da boca, nas mucosas inicia-se áreas mais avermelhadas e irão se tornar lesões em um curto período, essas lesões são muito dolorosas ao se alimentar, deglutir ou tocar.

Como é realizado o tratamento

Antes do início dos tratamentos, normalmente o paciente é encaminhado ao dentista para realizar a remoção de focos infecciosos previamente.

Após as irradiações de radioterapia e as sessões de quimioterapia a laserterapia já pode ser realizada a fim de espaçar as lesões e ajudar na cicatrização de lesões que já iniciaram.

Nenhum tratamento odontológico ou de laserterapia deve ser realizado sem que o médico responsável pelo caso esteja de acordo.

Cuidados em casa

Após a aplicação da laserterapia, não há cuidados específicos. Porém, seguir as recomendações médicas alimentares, e manter a boa higienização correta é muito importante.

Escovas com cerdas extramacias, uso de creme dental neutro e livre de substâncias irritantes que possam agravar a mucosite ou o ressecamento da boca (xerostomia).

Familiares e cuidadores, devem saber das orientações específicas e ajudar a observar as alterações no início. Ninguém deve passar por esse momento sem apoio.

Para quem é

  • Pacientes em quimioterapia
  • Pacientes em radioterapia de cabeça e pescoço
  • Familiares e cuidadores que querem orientação
  • Equipes de oncologia que desejam encaminhar pacientes

Se você se identificou, procure avaliação. A indicação depende do exame clínico.

Como funciona

  1. Avaliação bucal

    Exame clínico das mucosas e dos dentes antes do início do tratamento oncológico.

  2. Planejamento

    É possível deixar as sessões previamente agendadas de acordo com o calendário do tratamento oncológico, ou agendar quando surgirem as lesões.

  3. Sessões de laserterapia

    São rápidas e indolores. Podem dentro de um planejamento preventivo ou sessões curativas de lesões que já iniciaram.

  4. Acompanhamento

    Com agendamentos prévios, orientação contínua e avaliação clínica das mucosas.

Perguntas frequentes

Mucosite oral tem cura?

Sim. As mucosites são lesões que dependem do sistema imunológico para cicatrizar, com o tratamento da laserterapia é possível melhorar os sintomas e estimular a cicatrização. Após o tratamento oncológico o sistema imunológico tende a melhorar sua resposta.

A laserterapia para mucosite dói?

Não. A luz da laserterapia é de baixa intensidade e não é para o paciente sentir dor. Caso sinta desconforto, ele deve ser relatado à Dra. Bianca para que ela investigue a causa.

Quando começar o laser na quimioterapia?

Com o surgimento de lesões, ou previamente à elas.

O laser atrapalha o tratamento do câncer?

A laserterapia para mucosite é aplicada na boca, em baixa potência, e faz parte das recomendações de cuidado de suporte em oncologia. A indicação é sempre combinada com a equipe que conduz o seu tratamento.

O que comer com mucosite oral?

Prefira alimentos macios, frios ou mornos e pouco temperados, como purês, caldos e vitaminas. Evite alimentos ácidos, crocantes, muito quentes ou apimentados e mantenha a hidratação. A orientação da nutrição da equipe oncológica vem em primeiro lugar.

Dúvidas sobre mucosite oral?

Na avaliação, a Dra. Bianca examina, explica o diagnóstico e as opções antes de qualquer decisão. Atendimento particular em Presidente Prudente.

Bianca DiasEspecialista em Periodontia, CRO-SP 108543

Conteúdo informativo. O diagnóstico e a indicação dependem de avaliação clínica. Dra. Bianca Dias, CRO-SP 108543.